Obrigada pela sua presença no Blog do Mãos Que Curam!

Obrigada pela sua presença no Blog do Mãos Que Curam!

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Eu me divirto... Com todo respeito...




Mãeeeeeeee!!!!!!
-É, SE METER COM OS CHEFES DO SUBMUNDO E DESFAZER CONTRATOS NÃO É FÁCIL!!!!
Madrugada toda sendo perseguida, fugindo, a porta da minha casa abriu e ele entrou, tentou me fazer parar de me meter onde não devia... Ameaçou, cobrou...
Acordei apavoradaaaaa procurando minha mãe, ahahahaha, gente mãe é tudo de bom!!
Só que a Mentora Maria que estava comigo me disse: - Paula, tua mãe não mora mais contigo...
-Não? Mas jurava que ela estava no quarto ao lado, até fui lá bater na porta e dizer se poderia dormir com ela ...
É... Mãe é algo fantástico, me deu forças para disparar, correr pelo corredor da minha casa da infância e bater na porta: - Mãeeeeee!!!!( E AINDA DAR UMA OLHADINHA PRO CHEFE E PENSAR: MINHA MÃE VAI RESOLVER ESTA PERSEGUIÇÃO E TU NÃO VAI ME PEGAR)
#MÃEENERGIADIVINA

E a mente inconsciente dela acreditava que ela sempre seria a "Outra"...

E ela tinha o Contrato Deturpado de acreditar que seria sempre a "outra".
É Contratos Sagrados A GENTE MEXE EM VELHAS FERIDAS, MEXE COM PRÉ CONCEITOS SOCIAIS E COM A ESTRUTURA DO DNA ESPIRITUAL QUE COMPORTA ESTES CONTRATOS.
Fico aqui analisando, a muito aprendi a observar, antes de julgar e presenciei o inicio de uma linda libertação na sábado e domingo de curso... Ser a "outra" é tão doloroso quanto descobrir que há uma "outra" pessoa na vida de quem amamos e nos relacionamos amorosamente.
Ela sofria, ela tinha sonhos, ela sabia que era algo que feria, mas algo mais forte a levava a escolher e acreditar que suas vidas seriam sempre destinadas a ser a segunda opção...
Quando ela levou as mãos ao rosto durante a meditação, eu parei e observei a dor que ela carregava gritar desesperadamente que não desejava mais ser controlada por uma força além das suas forças... Vi a dor dela decidir remover os dispositivos extrafísicos instalados como uma venda ilusória que a programava para crer que estaria sempre em segundo plano e que inconsciente precisava atrair homens e situações que a fizessem cumprir aquele contrato consigo mesma e com as trevas do umbral... Ela queria uma resposta, ela queria sanar aquela dor... E a resposta veio... Fiquei ali observando e escutando a voz que um dia disse a ela que este era seu papel e que ela carregasse este fardo para sempre... Uma voz persuasiva, manipuladora, daqueles que desejavam que ela ficasse escondida, vivendo de ilusões e esperas...
A dor de um coração que carrega esta programação é forte demais, é destruidora demais, é insana demais para ser desrespeitada por uma lógica que rotula mulheres e homens que se veem inseridos nesta situação. Antes de julgar saiba que há mais do que seus olhos podem ver...
Antes de crer que você é a segunda opção, seja você dono de um corpo masculino ou feminino, vá atrás do contrato que te manipula e te faz crer que seu valor se limita a esperar por alguém que sempre prioriza outros em primeiro lugar e que faz questão de te manter ao lado, cativo, submisso... Esperando eternamente.

CONTRATOS SAGRADOS 2014.

Contratos Sagrados: E eles não entendiam porque a mulher ideal não chegava...



Quando eu disser: Vem fazer o Contratos Sagrados, Wal está falando no meu ouvido!!!
E eles não encontravam a pessoa certa, aquela que está programada para fazer parte dos dias e noites, da vida e da alegria de ter um relacionamento amoroso. A atração estava em atrair mulheres que não ficavam, que não preenchiam este espaço, o ponto de atração estava em querer, mas nunca chegar.
Lá do meu cantinho, a sala estava apinhada para o espaço físico, eu preparava os aprendizes para a meditação, quando meus olhos foram atraídos para a mão esquerda dos moços. Alianças de casamento? Mas como se entraram sem nada e não eram casados?
Wal disse: - Foca e entende para orientar.
Fiquei longo período focando a mão dos moços e interiorizando para realmente entender se via mesmo alianças ali. Elas continuavam ali, brilhantes e gritando: é verdade, estamos aqui.
Pegar de jeito é muito fácil quando o aprendiz sabe o que machuca, quando vem buscar respostas e elas gritam.
A orientação foi: -Meninos, há alianças de casamento no dedo anelar esquerdo de vocês, enquanto este contrato não for desfeito no submundo, nada de amor e atração da mulher destinada aqui em cima!!
Na hora da meditação de descida aos planos inferiores, lá estavam eles à postos, prontos para ir atrás do contrato limitador.
Enquanto meditavam eu estava de olho, nunca se sabe quando um aprendiz vai surtar, passar mal ou precisar que eu esteja atenta.
Os meninos davam sinais de estarem levando pequenos choques e agucei meus sentidos, pois todo zelo e cuidado nesta hora é necessário. Todos sabem que eu me divirto, com todo respeito, e que faz parte ver tudo de forma suave para que vá embora de uma vez. Agucei meus olhos espirituais e lá estavam as "moças", defendendo seus "maridos", moças desencarnadas, mas que ainda tinham uma vida com eles na terra, mesmo que os olhos físicos não vissem isto.
Agressivas e rebeldes para desfazer o contrato e deixar os meninos partirem, acabaram acertando alguns tapas, sacudiram, surtaram ensandecidas, mas pelo que os meninos relataram, foram lá em baixo e desfizeram o contrato que não deve mais permanecer insolúvel.
Fiquei ali olhando, Wal disse que não era para interferir, era problema deles e teriam de lidar com aquelas mulheres dominadoras, ciumentas e possessivas que os manipulavam na terra para que não tivessem relacionamentos saudáveis e felizes. Quando relacionavam - se com alguma mulher terrena, atraiam exatamente parceiras iguais as esposas que tinham no umbral, ou seja, elas deixavam, mas eram mulheres que elas dominavam também, e aí, estava feita a confusão.
Resultado: Meninos com histórias divertidas para contar ao voltar e sem alianças!
Minha experiência? Também sou cobaia dos contratos Sagrados e também já removi alianças de acordos espirituais deturpados, o que me levou a um patamar de libertação incrível.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Descontratando no Submundo.



E mais um dia acordei me sentindo triste e suja...

Longos anos buscando autoconhecimento, estudando minha alma, focando meu lado interno, dando atenção para todos os avisos e queixumes de minha mente consciente e inconsciente... Mais de oito anos cuidando de mim, observando meus pensamentos, vigiando, reformulando atitudes, crenças... Confesso que raras vezes me sinto cansada desta decisão, mas quando o cansaço vem, confesso que tenho vontade de sumir, como hoje...

Procurei cuidar de coisas externas e observar o que ocorria internamente, o que levei o dia todo para acessar, em dado momento concentrei – me em aspirar o tapete do quarto e me bateu uma vontade enorme de chorar, de sumir daqui e deixar minha alma desfazer – se entre brumas... Para que eu nunca mais precisasse sentir aquela dor emocional oculta, que se escondia de mim e que hora ou outra vinha me perturbar, como um inimigo oculto que te fere e você não sabe por onde começar a se defender...

Me sentia suja, estranhamente pesada, pegajosa, mas eu já havia tomado banho físico... Me sentia insatisfeita, terrivelmente insatisfeita com a situação atual, com o relacionamento atual, com a minha vida... Eu sentia uma vontade enorme de largar tudo, de me separar, mas eu não sabia de onde vinha aquela intensidade, porque o que eu estava vivendo no meu dia – a – dia não era tão ruim para desistir... Aquela angustia fantasma vinha e me apertava, sem me pedir licença... Aquela sensação de incapacidade me esmagava, aquela tristeza estava me ferindo terrivelmente, ao ponto que eu sentia uma solidão enorme, me sentia sem ninguém, mais uma vez sozinha, lutando com forças que meus olhos não viam, lutando com a minha vida diária, que meus olhos presenciavam todos os dias... Eu chamei Wal de todo meu coração e disse: - Cuida de mim e me protege!!( Eu nunca peço para Wal me proteger, porque eu sempre me sinto capaz, forte demais para pedir esta ajuda). E quando fiz isto eu senti uma dor enorme, uma dor solidão, porque a vida tem sido seguir sozinha, sem pessoas físicas, só eu e Wal... E eu tenho feito o dever de casa para me defender, me cuidar, me suprir, porque Wal também tem o que fazer e não pode ser minha babá... E eu chorei porque senti que havia forças mais poderosas me guiando quando eu baixava minha frequência e me sentia cansada, como eu me sentia naquele instante...

Perguntei mentalmente até quando eu ia sentir aquela tristeza e solidão, pois eu vinha lutando a tantos anos para minimizar aquele estado de espírito... Eu não aguentava mais...

Deitei no meio da tarde decidida a entender o que estava acontecendo e logo minha mente se reportava a um plano inferior no submundo, onde imediatamente eu encontrei uma mulher que faz parte de minha vida nesta vida... Abraçamos a mesma pessoa para “orientar” e ele tem nos tomado algum tempo, ocupado nosso pensamento em relação a cuidados.

Sentamos cansadas, de frente para a outra naquela escuridão e desabafamos nosso cansaço, em meus pulsos e nos dela havia algemas que nos prendiam a um contrato com este homem que protegíamos... Olhei para aquilo e uma intensa luz divina incidiu sobre as algemas, enquanto eu dizia para ela que estava partindo, que não aguentava mais aquele pacto de ficar cuidando dele, dos passos dele... Ergui – me e dentro da caixa em que eu estava sentada eu peguei uma chave e abri minhas algemas e as entreguei a ela, se desejasse abrir as suas... Pedi desculpas por não mais poder levar adiante aquele contrato e parti sem dor, sem medo, sem culpa...

Acordei pior, pesada, ofegante, coração com taquicardia...

Tomei um banho e pedi a Wal que me guiasse... Sentei no meu refúgio sagrado, fechei meus olhos e decidi que eu não aguentava mais sentir aquilo e que bastava, que me acompanhasse aonde eu precisava ir... Vi quando a mão de Wal se estendeu e segurei, sendo guiada por um portal que me levou diretamente ao submundo e ao que eu faço por lá quando saio do corpo...

A primeira coisa que meus olhos espirituais viram foi a gigantesca multidão alvoroçada de espíritos cativos daquele lugar árido e sombrio. Uma enorme bancada estava armada me esperando e meus pés tocaram a madeira do palanque de oratória. Eu vestia um lindo vestido longo, imponente... Wal estava ao meu lado, mas nada pronunciou, deixou que eu olhasse para tudo e todos e entendesse o que acontecia. Imediatamente comecei a chorar de culpa e dor... Eu estava em casa, no plano inferior, rodeada de moradores que me reverenciavam e esperavam por minhas ordens... Mulheres, crianças de colo, animais, homens, velhos, jovens, todos na posição de escravos mentais porque isto lhes convinha, lhes aliviava o peso das decisões que eu tinha de tomar por eles. Olhei as montanhas e vales ao redor, senti a obscuridade e a solidão daquele lugar abarrotado de almas desencarnadas e encarnadas que ali se aboletavam, fugindo de tomar decisões na terra, buscando alguém que fizesse isto por eles e os acalentasse...

Faltava algo ali, eu não morava ali sozinha... Eu sentia na minha alma que fora ali resolver algo grave e eu já sentia na alma com quem era, tanto que desci as escadas e andei pelo meio do povo, que me tocava respeitoso, mas ansioso, prevendo minha decisão e o que minha alma precisava fazer. Eu não os tratava com intolerância ou arrogância, eu os amava e cuidava, mas entendia ali, naquele momento, que meus cuidados com eles não fazia bem a nenhum dos lados. Andei por um tapete enorme, que me levava ao longe, em direção a um homem muito alto que me observava de longe, desde o momento que eu havia aportado naquele lugar.

- Tu trouxe Wal, tu nunca trouxe eles aqui!(Ele me disse com calma).

- Eu vim me despedir, não posso mais carregar esta situação, não aguento mais morar aqui, viver desta forma desorganizada e suja...

Travamos ali uma conversação tranquila, mas dolorosa para os dois.

Perguntei se poderiamos caminhar, sair do meio do povo e assim fizemos, até chegar a um precipício, onde uma lua enorme se erguia majestosa. Olhei ela com olhos tristes e sorri: - A lua é a única coisa que nos acalenta neste lugar!

Ali naquele lugar tão conhecido ao meu coração machucado eu falei de minha mudança, do que não conseguia mais manter e suportar e lhe disse que estava indo embora e que gostaria que viesse comigo, que seria algo muito bom.

Ele me disse que não sabia como sair dali, se desligar daquele lugar, seus olhos sempre tristes e perdidos em algum lugar...

Falei que não precisava entender, mas que poderia sair se quisesse...

Vi quando Miguel o envolveu em luz, seu Mentor, mas ele não viu...

Senti o lado esquerdo de meu peito doer fisicamente, pois tenho esta dor nesta vida e presenciei uma energia desprender – se em forma de um laço e me libertar...

Ele nada soube me responder, removi de minha mão esquerda um anel de contrato e o coloquei em sua mão. Ele me abraçou e me chamou de meu Bem, enquanto meu coração chorava os anos de ignorância, a separação daquele momento e aquela multidão dependente de nós dois. Senti encostado no meu peito o coração dele doer, sofrer e não saber como sair dali... Beijei a mão dele com respeito, carinho e parti com wal, pois enquanto conversava -mos eu sentia o Chefe Maior me observando ao longe e eu precisava enfrentar meus medos e ir até ele.

Vi quando Wal me abraçou e em outro instante já estávamos tocando o chão pedregoso de um local sombrio, ali mesmo, no Vale, em uma montanha negra. Entramos sem complicações e notei que em tudo havia espelhos, caminhando por um corredor grosseiro de pedras até que chegamos no topo de uma escadaria suntuosa, de um salão lindamente decorado, onde uma festa de “sub- chefes” ocorria. Todos nos olharam e eu desci a escada, pois o Chefe já se locomovia para um gabinete que eu conhecia, e eu já sabia o que tinha de fazer. Ao passar por entre os ilustres convidados encarnados, vi inúmeros políticos, figuras conhecidas no plano físico e que chefiam altos cargos e multidões, senti outros que não estavam ali...

Wal perguntou – me mentalmente se eu desejava que ele entrasse comigo e eu tive de ser forte para dizer que aquela missão era minha e que eu precisava resolver só... Senti medo e receio, mas eu sabia que na verdade entraria só, mas que minha cavalaria de guerreiros estava a postos para me proteger.

A primeira coisa que recebi ao entrar foi os olhos vermelhos do meu Chefe, olhos que por uma vida inteira eu temi e tive pânico. Me senti assustada, mas eu havia crescido de alguma forma, eu não era mais aquela pessoa dependente, medrosa e afoita, alienada por coisas físicas, grandiosas de outras vidas... Eu chegava ali em um momento de alma mais simples, mais focada, eu sabia o que era verdade e o que era ilusão dentro do que eu sempre quis, eu tinha foco e eu queria ser livre de todos eles... Eu sabia para onde eu queria ir e nada poderia me fazer mudar de ideia.

Ele tentou me envolver nos braços, tentou me ludibriar com sussurros que antes eu não conseguia resistir, e eu senti uma tristeza enorme por um dia eu ter acreditado naquelas ilusões da carne... da sexualidade, que hoje não me tocam mais a alma cansada das ilusões...

Quando ele percebeu que não conseguiu, iniciou um processo de cobranças, culpando – me pela vida que tenho na terra, por não estar aceitando as facilidades que ele pode me dar, os luxos que tenho o direito de ter, os bens que mereço e terei sempre que disser a ele que desejo... Chorei dolorosamente ao analisar o que ele me dizia, mas chorei de felicidade por nada me desviar do caminho, nem convites interessantes, nem bens excessivos, nem luxo, nem proteção masculina que podem satisfazer meus caprichos, se assim eu desejasse. Chorei tudo que recusei, chorei a vida simples que consegui manter, chorei as armadilhas que venci e vi o quanto eu não conseguiria aceitar uma vida de luxos e caprichos que não mais me satisfazia. Chorei de orgulho da minha força, do meu foco, do meu esforço, que ele tentava manipular para me fazer sentir culpada.

Quando ele notou que não conseguia desta forma ele usou de persuasão e tocou em um ponto doloroso para mim: o homem que eu acabara de deixar no Vale, ao qual devolvera a aliança de compromisso e que convidei para ir embora daquele lugar comigo. Avisou – me que o destruiria, que ele era uma presa fácil de ser manipulada, principalmente com a bebida, e que ele não tinha a mesma proteção e foco que eu conquistara. Relatou – me as dificuldades deste homem na terra quando voltava ao corpo e tinha de viver a vida encarnado e riu... Mostrando – me que realmente ele era uma presa fácil se não decidisse evoluir pelo autoconhecimento. Isto me preocupou, mas não abalou como das outras vezes. Eu era livre e tinha convidado – o para ir embora comigo, o que ele ficou de decidir... Mas se não desejasse ir, estava livre para arcar com as suas escolhas, pois eu havia quebrado as algemas que me prendiam a ele.

Este chefe ainda tentou usar outras formas para me convencer, mudou de corpo para me agradar, mas nada ali me tocava mais...

Em uma última tentativa me disse que eu era a culpada pelo outro estar no Vale, pois viera atrás de mim para ficarmos juntos, pois gostava de mim... E eu entendi que não era verdade, as escolhas de qualquer um eram responsabilidade de seu portador, assim como as minhas eram de minha responsabilidade e de mais ninguém e eu estava ali, enfrentando escolhas antigas que não mais me faziam bem...Eu estava disposta a levar comigo quem quisesse sair dali comigo, quem não desejasse sair, estava fazendo sua escolha.

Eu o olhei e não senti nada além de um desejo enorme de sair dali sem levar nada ou ser iludida...

Desci as escadas e o povo da festa me olhava surpreso... Cruzei o salão e me atirei nos braços de Wal que me esperava ao pé da escada. Saímos por uma porta de vidro lateral e iniciamos a caminhada sobre um arco gigantesco sobre o precipício, que levava ao outro lado, paramos no meio e nos olhamos, abracei Wal em prantos e só falei que eu queria voltar para casa, para meu planeta e que nada neste mundo iria me desviar disto outra vez. Eu queria ir para casa e voltar para os braços dele, para nossa casinha, para minha mãe e minha vó que estavam lá... Tão distantes de mim... Ele me abraçou, beijou minha testa e sorriu, como se seus olhos me dissessem que eu estava no caminho de casa...

Me levou ao outro lado do Vale, onde haviam muitos adolescentes sendo desviados para o desregramento sexual e me deu o aviso: - Agora é hora de orientar teu filho...

Me mostrou uma colônia onde estes jovens trabalhavam com música para ajudar outros jovens desregrados e explicou – me que por estarem na vibração da terra, quando não estavam bem, eram pegos pelos chefes e sugados, usados, comandados, para destruir este auxílio que prestavam a outros jovens...

A carga não era fácil, a responsabilidade de arcar com estes filhos e estas visões não eram fáceis, mas eu precisava sair da minha dor e cuidar da dor do meu filho que estava sendo vampirizado... Precisava cuidar dele para ficar bem, pois do trabalho dele, dependiam muitos outros jovens, muitas outras almas...

Ainda olhei para Wal, cansada, e perguntei se devia avisar o outro, o homem que havia deixado no Vale, pensando sobre sair de lá ou não e Wal me disse que eu sabia que teria de abordar esta questão com ele, quando decidi reencontra – lo na terra, ao nascer. Eu deveria fazer minha parte e o outro que decidisse se confiava em minha orientação ou não...



Voltei mais leve, mais calma, com uma sensação mais livre, mas não menos cansada, porque agora inicia o processo de ser firme e tomar decisões com este filho e com esta outra pessoa. Orientar muitas vezes requer bater de frente e ser firme para obter o resultado positivo, e as vezes as pessoas não desejam ser orientadas e o que resta a fazer é seguir sem estas pessoas, porque cada um segue o caminho que lhe faz bem e no qual acredita...

CONTRATO SAGRADOS.
Paula Aguerre

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Eternamente crianças...



...E fico analisando, falo nada, só observo, o comportamento de alguns trintões e quarentões e me pergunto de que maternidade está saindo esta leva, pois com certeza é de uma maternidade, para comportar este atraso na cronologia destes seres.
Os que não estão saindo de alguma maternidade com esta idade avançada, estão saindo ou estão aboletados na casa dos pais, infantilizados, dependentes, prepotentes e usando os pais como muletas para seus medos, seu comodismo, sua incapacidade de enfrentar - se e enfrentar o mundo... E os pais, bem, estes fazem questão de manter os filhos acorrentados com algemas inconscientes, pois também possuem seus medos, medo da solidão, medo de precisar de algo e não ter quem alcance... Todos os envolvidos num eterno manipular - se inconscientes, vitimizadores, vilões e sabotadores... Os filhos não saem porque é cômodo e os pais não libertam porque é cômodo...
Quando estes filhos tentam estruturar uma família, ou é dentro da casa dos pais ou é lá fora, por um período curto, em que acabam voltando para a casa paterna por não saberem se comportar como os adultos "no corpo" que são...
Pais, libertem para que estes seres cresçam e não virem adultos dependentes, imbecilizados, imaturos e que fazem mais filhos e não tem a capacidade emocional de criá - los.
Filhos, libertem seus pais, pois não são seus pais, estão seus pais, são seres que precisam de espaço, de liberdade, relacionar - se com outras pessoas e reestruturar suas vidas se esta é a questão.
Deixem o egoísmo de lado e deixem - se livres, vivam, saiam da armadilha da co - dependência, pois quando chegarem no mundo astral irão analisar a vida anterior e irão entender que desceram para libertar - se, para ser suporte de crescimento e liberdade um ao outro e não recaírem neste eterno jogo de "auto - insuficiência".
Tentem antes de acreditarem que não conseguem e tentem mais uma vez, até conseguirem se libertar... A liberdade é a melhor sensação que um espírito pode ter quando liberta seus amores aprisionados.
CONTRATOS SAGRADOS.

Paula Aguerre.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

ENQUANTO MEU CORPO DORMIA. A energia cancerígena vista pelo prisma dos Contratos Espirituais Deturpados. (Meu outro livro vai ter que sair do armário)



Estou arrepiada, vasculhando documentos para organizar o material dos Contratos Sagrados, olhem o que achei: SOBRE O CÂNCER E AS PESSOAS QUE POSSUEM ESTA DOENÇA. Amei reencontrar esta VIAGEM DA MINHA ALMA na qual fui levada por Wal para ter uma conversinha com Manoel, espírito responsável por me intuir sobre o trabalho com os contratos e domar um pouco da minha rebeldia em relação a ter o câncer no meu corpo físico como Paula.
Gratidão Manoel e Wal, seus lindos da minha vida ♥♥

RELATO DE MINHA VIAGEM ASTRAL:








A iniciação do curso contratos sagrados abriu – me um bônus de merecimento e agora entendo o que isto quer dizer – me. Em uma meditação hoje a tarde entrei em contato com Manoel, espírito de elevada categoria espiritual superior, encarregado dos contratos deturpados com a energia concerigena. Fui levada pela minha mente a um local de luz, onde a única forma que identifiquei foi a minha e um chão de vidro, no qual eu caminhava quase sem encostar os pés. Deixei a mente solta, procurando não interferir ou manipular resultados e ela voltou – se para um local iluminado, eu estava sentada na cabeceira de uma grande e branca mesa de pedra, ao redor, Mentores superiores auxiliavam – me a programar minha reencarnação nesta atual vivência como Paula.
Eu encontro – me muito rebelde e discuto a lei do livre arbítrio, eles desejam negociar a questão da somatização do câncer e eu acredito fielmente que preciso desta doença como alavanca para evoluir e saldar o que fiz de ignorante e os desafetos que fiz. Acredito que somente com esta doença poderei resgatar tudo que há pendente em relação aos meus passos deturpados e ignorantes. Mas ali, naquele momento minha mente superior estava sendo toldada pela mente inferior e eu acreditava que sabia tudo que eu precisava para reencarnar, não dando oportunidade destes seres esclarecerem – me. Todas as colocações que faziam eu fazia questão de bloquear mentalmente ou impor minha liberdade de escolher.
Um turbilhão energético circunda minha mente e minhas crenças absolutas, está situado longe, em corpos mais sutis e elevados e é ela que alimento com minha rebeldia e ignorância por não desejar ser orientada a mudar de ideia.
Posso ver sobre a mesa branca alguns mapas do meu corpo, lindamente traçados por engenheiros que ali encontram – se tentando explicar – me que é possível mudar algumas alegações que faço sobre esta somatização e que possuo uma genética forte para a cura...
Olho os mapas sem ve – los, ouço sem escutar, assimilo como acho que devo e embasada em minhas culpas inconscientes. Minha personalidade é a mesma de alguns anos atrás como Paula e posso perceber que mesmo muito tênue, eu consegui fazer algumas modificações ao longo dos anos neste atual corpo. Sou muito parecida comigo nesta vida e já estou perto da descida, o que faz com que minha energia acabe aderindo ao formato genealógico de meus futuros pais e familiares.
Estou cansada de discutir o assunto com eles e uso sempre a lei do meu livre arbítrio e o meu direito sagrado de escolher o que desejo para mim. Eles ouvem – me e respeitam – me, mas o que minha mente inferior não abrange naquele momento é que há um poder superior acima de todos nós ali naquela sala iluminada, que sabe o que é melhor pra mim e que irá mover – se para me mostrar isto com todo amor e respeito.
Saí da sala e ando por um local com um lago cristalino, onde uma suave cachoeira beija a água... Wal vem ao meu encontro e coloca seu braço sobre meus ombros e espera que eu me pronuncie.
Digo –lhe que somente com este resgate conseguirei me tornar alguém melhor e convencer – me de que sou merecedora dos afetos que perdi e desperdicei ao longo de minhas sucessivas jornadas deturpadas. Ele não me contraria, respeita meu posicionamento e sinto paz... Não desejo ter meus direitos sagrados de escolha violados e deixo isto bem claro.
Voltei para aquele local sem forma e repleto de luz e brumas... Ao meu encontro vem um espírito masculino, um jovem senhor, usando uma túnica longa e branca. Caminhamos por um túnel de luz quântica e esta luz parece invadir minha mente em suave movimento.
Ali, naquele momento, como Paula, mais lúcida, mais madura posso entender que estou sob um tratamento em escala superior, pois ele me diz que precisam de mim saudável e que tenho mais serventia neste estado (risadas).
Manoel, este é seu nome, me diz que o câncer só existe na terra por que ainda há “vítimas”. E que é momento de esclarecer todos aqueles que acreditam que merecem somatizar o câncer, a maioria inconsciente do que é esta energia. Diz que a energia somatizada do câncer deve ser mostrada sob um novo prisma e que minha estrada até ali me da méritos para contar sobre isto aos que estão na terra e que desenvolvem esta somatização patológica.
Diz que esta energia é o grande gerador de poder mental e que é usada através da culpa e ignorância por aqueles que não estão prontos para assumir seu poder e refazer sua estória e desapegar – se de seus pseudos erros através dos milênios de existência em orbes diversos até chegarem a terra. Explica – me que o manancial mental de auto – poder deturpado pela ignorância vira – se contra seu portador, ou seja, seu dono, e que estes seres auto – castigam – se ao perceber que não souberam usar este poder, iniciando um processo vicioso de auto – infringir – se a destruição, mantendo – se em um papel vitimizador, sofrendo com suas escolhas, atitudes e direcionamentos anteriores desta energia. Fazem questão de viver um papel e mais ainda, fazem questão de transformar o papel de vítimas em uma incansável perseguição aos corpos que vestem na terra. Cobrando – se um pagamento que nem mesmo o criador lhes exige, outorgando – se como algozes de si mesmos e de seus erros, o que se estende por vidas sucessivas e dores inacabáveis.
Me diz que minha trajetória lutando contra os inúmeros tipos de câncer energéticos e as centenas de vidas que revivi através da regressão de memória e a luta incansável para desprogramar aquela teimosia em renascer com o câncer, me levam até este momento, onde poderei entender meu merecimento e auxiliar outros a ver o câncer não como uma doença já no físico, mas como uma energia poderosa de co – criação que pode ser reprogramada para a evolução pelo amor, deixando de lado a vítima e o algoz que atrasam – nos no caminho do auto – perdão.
Trabalharemos juntos daqui para a frente, até o momento em que o livro estiver pronto e entregue às mãos dos que precisam desta informação... E que para ele é uma honra trabalhar com alguém tão teimoso como eu, que transformou a somatização da energia cancerígena em alicerce para um trabalho tão lindo como os Contratos Sagrados.
É prazeroso saber que as mentes mais arraigadas como a minha, conseguem despojar – se dos velhos conceitos e crenças e não somatizar uma energia tão poderosa como o câncer e ainda usa – la para realizar projetos de alma, auto – amor e auto – respeito, fazendo questão de expor – se e levar a informação aos mais arraigados neste estágio patológico e àqueles que não somatizam o câncer, mas que sofrem atrozmente cuidando de um amor que possui este contrato deturpado.
“O câncer não é uma doença, o homem faz desta energia esta forma cruel, mas se é assim que deseja aprender, é assim que irá aprender. Estamos aqui para mostrar que esta energia pode ser somatizada e trabalhada de outra forma, antes que desça e destrua processos corpóreos de evolução e aprendizado. Muitas vezes aquele que morre em uma cama em decomposição não aprende o suficiente do que poderia se soubesse transmutar esta somatização em lei de amor e cura, fazendo sobre a terra o que veio fazer e não entregando – se inconsciente a um monstro destruidor que ceifa programações. A MAIORIA DOS QUE SAMATIZAM O CÂNCER NÃO O TEM EM SUAS PROGRAMAÇÕES ORIGINAIS, BUSCAM – NO NO SUBMUNDO E PAGAM O AUXÍLIO DOS CHEFES PODEROSOS E DOS SUBORDINADOS PARA CASTIGAREM – SE E PODAREM OS RECURSOS SUPERIORES RECEBIDOS NA ATUAL PROGRAMAÇÃO REENCARNATÓRIA E QUE ACREDITAM NÃO SEREM MERECEDORES”.
Manoel.

ENQUANTO MEU CORPO DORMIA.
A energia cancerígena vista pelo prisma dos Contratos Espirituais Deturpados.
(Meu outro livro vai ter que sair do armário)

Desesperos Fantasmas...




Desfazer contratos com o medo, a culpa inconsciente e a solidão... É sempre muito doloroso... Uma dor saudade, uma dor solitária, uma dor que parece que se arrasta na alma e a faz arrastar – se junto com esta... A dor que carregamos no inconsciente é uma das maiores dores, porque precisamos amadurecer a mente consciente para poder lidar com o material escondido, para nossa segurança, ou seja, o universo é muito perfeito, pois faz com que esqueçamos coisas com as quais não podemos lidar por momentos, instantes, vidas sucessivas e vai nos dando oportunidades de amadurecimento, crescimento, para um certo dia, acessar tudo aquilo que nos fere, estagna, atrasa, acorrenta, destrói, causa culpas inconscientes dolorosas demais para lidarmos...

“E hoje a solidão me perseguiu”... Arrastou – se durante toda uma vida e aos poucos eu fui aprendendo a lidar com ela, controlar, para que não mais me controlasse e me fizesse optar pelo suicídio ou os relacionamentos dolorosos e desequilibrados demais para uma alma conseguir descansar ou ser feliz... Olhei o horizonte e me questionei, cheia de uma dor que eu não sabia do que, porque eu estava me atrasando tanto, se eu tinha os meios, as possibilidades, as oportunidades e só dependia de mim, diretamente comigo mesma?

Senti uma tristeza intensa daquelas que controlamos para não encher nossos olhos de lágrimas e nos denunciar perante os espectadores reunidos ao nosso redor... Questionaram se eu estava bem e eu consegui dizer com meias palavras que não era bem o meu dia, mas que iria passar... Eu confiava que iria passar aquela dor na minha alma. E eu pedi, pedi com toda minha dor, com toda minha vontade de ficar bem, com toda minha fé, a qual eu estava aprendendo a ter, que eu encontrasse a resposta daquela sensação absurda e dolorosa de solidão, mesmo em meio a muitas pessoas... Eu queria saber, eu queria desta vez, resolver definitivamente aquela chaga que me crucificava vida após vida e me fazia enveredar por vales de dor, desatinos, medo e estagnação em um eterno desenrolar de autossabotagens.

Enfrentar – se e encarar que carregamos a solidão no peito e na alma, não é fácil, geralmente suprimos este distúrbio emocional e mental, o qual quer nos avisar que precisamos voltar pra dentro, com barulho, gente e os olhos focados no exterior de nossas vidas, do que está do lado de fora e que possa nos distrair de enfrentar a realidade, aquela que dói e que precisa de cuidados conscientes. A solidão só está ali porque quer nos dizer que precisamos averiguar porque está ali...

O medo só está ali porque quer nos dizer que precisamos averiguar porque ele está ali...

A sensação de culpa só está ali porque quer nos dizer que precisamos averiguar porque está ali...

Mas sempre, na maioria das vezes, fazemos o que de melhor sabemos fazer, fugimos, mascaramos, nos auto – distraímos para não enfrentar a dor, por que a dor é algo do qual o ser ainda não aprendeu a lidar ou manusear sem alardes e medo de não conseguir, de ser algo grande demais para ser controlado sozinho... Sempre acreditamos que precisamos de mais alguém, num eterno depender do outro, para resolver a nós mesmos...

“E então eu não suportei mais aquela solidão que nesta vida me assombrava, por mais que eu estivesse em meio a multidão... Não suportei o medo de ter de carrega – la por mais uma vida inteira, até minha morte orgânica e depois... Por mais vidas sucessivas... Deixei a noite cair, quando tudo silenciaria e a multidão iria embora, quando sobraria somente eu e ela, a solidão e eu... O vazio e meu medo daquele vazio em meu peito, em minha vida... Esperei o dia passar com calma na alma, mas não sem dor, na expectativa de obter com minha boa vontade e empenho, a resposta para minha dor solitária, para o medo de ficar só, de não ter alguém, de não suportar minha própria presença...

Deitei e roguei amparo ao mundo espiritual superior, o qual me acolheu de pronto... Deixei a mente consciente rebelde solta e a controlei em momentos que queria fugir. Invoquei toda a proteção que minha alma e meu merecimento precisavam, pois eu merecia, eu acreditava pela primeira vez que eu era merecedora de ter a resposta, a verdade, o cuidado necessário para saber sobre o motivo real daquela dor inconsciente...

E a resposta veio suave, como eu precisava, com certo grau de dor emocional pelo que eu descobria, mas eu me senti tão grata que desejei que todo ser existente, desde o homem ao animal, acreditasse no poder de seu auto – merecimento para ter conforto emocional e seus reflexos na vida física.

Me vi em outro planeta, como cientista e descobri porque eu identificara durante a semana a instalação de um segundo cérebro e córtex cerebral em meu campo e corpos sutis. Naquele planeta desenvolvido nós vivíamos até quase 600 anos quando conseguíamos instalar aquele segundo cérebro. Quando não o tínhamos nossa vida durava 300 anos no máximo, o que nos causava uma dor intensa devido ao fato de não suportar a morte, a separação, a solidão que a ausência de nossos entes queridos nos causava. Ainda não tínhamos acesso ou a crença nas vidas sucessivas e isto nos roubava boa parte da paz que desejávamos carregar na alma.

Como cientistas e detentores de uma mente poderosa para aspectos tecnológicos, acabamos por conseguir desenvolver um mecanismo revolucionário que estimulava os neurotransmissores a enviar comandos de esquecimento, ou seja, estimulavam na mente original a diminuição da dependência dos que amava – mos. Conseguia - mos lidar com a morte de uma forma programada, conseguia – mos lidar com a solidão de uma forma estipulada e monitorada, ao ponto que o desenvolvimento daquele mecanismo cerebral pudesse aderir completamente à mente original e transpor os comandos do cérebro de origem.

Ganhava – mos qualidade de vida, longevidade orgânica pelo fato de não termos de lidar com doenças e perdas e assim conseguíamos sobreviver a tantos anos com qualidade de sobrevivência emocional.

Renasci centenas de vezes naquele local de trabalho, meu amor pela cadeia de desenvolvimento cerebral monitorado e implantado com sucesso sobre o cérebro original me fazia buscar, inconsciente, aqueles laboratórios, aquele trabalho, aquela missão. Sanar a dor era algo que encantava minha mente, minha vida, minha missão naquele lugar. Mas como tudo, implantes nunca serão originais, sempre trarão de certa forma, desgastes, ajustes, monitoramento e modificações para evoluírem e não serem rejeitados. O que aconteceu foi o excesso de esquecimento, de relacionamentos... E toda gama que comporta estes tipos de relações. Fiz – me de cobaia para esquecer minhas dores, minhas perdas e os amores que não pude manter junto a mim devido a morte dos corpos orgânicos que possuíamos... E varei vida após vida trabalhando em busca da cura, da dor emocional e da racionalidade excessiva que estes momentos e ignorâncias geravam.

Ali eu tive ao meu lado um parceiro, outro cientista, que hoje identifico ao meu lado como alguém que amo e que lutei planeta após planeta para não perder... E juntos desenvolvemos boa parte de toda aquela tecnologia avançada.

Naquela época tudo aquilo foi algo maravilhoso, pois necessitávamos de algo que suprisse a dor da solidão, do desespero, do inconformismo... Mas as reações colaterais também vieram e com o transcorrer dos milênios tivemos de ser remanejados a outros planetas inferiores para evolução e aprendizagem mais tranquila sobre a aprendizagem e aceitação da perda, da morte, das separações naturais e este segundo cérebro acabou por nos causar sérios problemas, pois fugia de nosso controle e acabou por assimilar todo e qualquer comando, fossem estes positivos ou negativos. Os Mundos inferiores ativam os corpos densos energéticos e estes desprendem toda gama de inferioridades e limitações que precisam ser curadas, o que gerou um sobrepeso, um excesso de coisas e bagagens negativas que acabaram sendo registradas como algo que deveria ser alimentada pelo dispositivo do córtex cerebral e seus hemisférios.

O que nos mostra hoje que há um segundo cérebro energético trabalhando e em detrimento do original, ou seja, enquanto um sabe o que tem de ser feito, o outro está sobrecarregado com informações deturpadas de uma época que deixou de existir, que ficou em outro planeta, causando as autossabotagens, pois está fora de sua área de atuação, o planeta onde foi gerado e instalado e que possuía outras formas de sobrevivência.

Moral da história, estamos aqui para aprender também, a desinstalar este programa, este segundo órgão energético e isto só será feito sob descontrato, ou seja, sob comandos inversos ao que estamos vivenciando e que não desejamos.

E assim vai se mostrando nuances do que não entendemos de todo, mas que grita em nossa mente original: desejamos muito o bem, a saúde, a prosperidade, o sucesso, o amor, a parceria, a companhia... Mas não sabemos lidar de forma equilibrada com estes fatores e acabamos desencadeando fases de dor e medo.

O medo nos limita e limitados não há perigo de agir e dar errado. Se não agimos, nada dará errado e estaremos seguros, em nossa zona de conforto... Mas nossa mente geme com estas decisões contraditórias e acaba gerando o desencadear das dores inconscientes, apenas para que resolvamos nos enfrentar e enfrentar este segundo “eu” que nos fere e atrasa.

Desfiz aqueles contratos, ainda tenho medo, tenho, mas sei que será de conformidade com o que posso suportar ao me enfrentar e ao meu material inconsciente. O que não é mais viável é viver com a solidão que não sei de onde vem realmente, com a dor emocional que não consigo identificar porque está ali... Com a ferida gigantesca que a autossabotagem me causa e ao ver, continuo estagnada sofrendo sem a reação que realmente espero e desejo de mim...



Me senti recomeçando, roguei ao amado Comando Asheteer que me ajudasse a soltar tudo que eu tinha o direito divino... E me vi entrando outra vez no velho e saudoso laboratório, mas desta vez recebi um convite... Cada aprendiz que entrasse pela porta do meu trabalho hoje, era uma oportunidade de reprogramação mental... E libertação, auto – libertação apara cada um de nós... Eu aceitei o convite... Chorei os enganos, o medo de sentir dor, de sentir saudades de alguém que não mais voltaria aos meus braços... Mas entendo e interiorizo que eu já consigo, que sou capaz e que mereço tentar passar pela dor de forma equilibrada...

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Reencontro de Almas.

E EU NUNCA ENTENDIA O PORQUE DE UM REENCONTRO DE ALMAS SER TÃO BOM E AO MESMO TEMPO DOER TANTO...


E naquela noite mais uma vez nos desentendemos por algo sem sentido, como se cada poro, cada parte do corpo e de minha mente reagisse de uma forma forte e dolorosa demais para que eu conseguisse atinar que era só uma bobagem...
Se fizeram seis meses de reencontro na terra, seis longos meses em que cada dia, cada encontro se tornaram um aprendizado para minha alma, para meus costumes e para a cura das mágoas que eu trazia na minha bagagem... Como se cada palavra que ele pronunciasse, ou cada silêncio interrogativo que fizesse, tivesse o poder de me machucar cada vez mais...
Dentro de minha mente eu indagava incansável o que eu fazia ali, com ele, dentro de mais aquele desentendimento sem importância, porque eu dava tanta energia para aquele acontecimento que tinha o poder de me deixar com raiva, mágoa, com a sensação de estar sendo abandonada, rejeitada e exigindo de mim uma atitude madura que eu não queria ter, quando na verdade eu queria gritar que ele estava fazendo tudo de novo, repetindo os mesmos silêncios, a mesma postura da cabeça baixa sem focar meus olhos ansiosos por uma definição da parte dele... Sem nunca ouvir o que eu queria da parte dele... E eu só queria entender aquele turbilhão de sensações e emoções que me consumiam e que eu tinha que controlar com todas as minhas forças para não ter uma atitude da qual eu sabia que iria me arrepender...
Em cada desentendimento eu esperava dele uma atitude de olhos nos olhos, de boa conversa e decisões... Que nunca vinham... Enquanto eu me perguntava porque eu me mantinha ali, esperando, quando na verdade eu não estava tendo o que eu queria, um comportamento diferente de ambos, eu e ele... Então, enquanto eu sentia dor por tudo aquilo, pelas brigas, pelas palavras que eram entendidas de forma contrária, as colocações mais rudes e firmes dos dois, eu comecei a observar o que eu sentia dentro, dentro de mim, que sensação era aquela de impotência que me consumia e nunca era sanada por um comportamento da parte dele que eu esperava... E então eu me vi em um espaço aberto, como se eu vagasse... Continuei ali com ele fisicamente, mas minha mente, minha alma saíram do lugar físico e foram para outro espaço de tempo... Pois eu não aguentava mais viver dentro daquele relacionamento onde duas pessoas se gostavam tanto, lutavam para se respeitar e aceitar as diferenças alheias e ao mesmo tempo explodiam quando se aproximavam, tornando tudo difícil demais para suportar.
Quando ele me olhou e quis saber o que eu queria falar, eu descobri que não queria reclamar como das outras vezes, que não queria dialogar, que não queria manter ele ali e que se ele desejasse ir embora, eu o deixava livre para partir... E não senti medo de deixar acontecer, porque eu estava cansada demais com os meus problemas e com os problemas daquele relacionamento... Eu só queria entender algo que me libertasse de viver tudo aquilo, toda aquela dor emocional da ausência dele e da presença dele... Eu só queria curar o que doía dentro do meu peito, da minha mente e que me fazia sentir uma vontade enorme de chorar impotente, por querer resolver e ficar bem com ele e não saber como fazer aquilo...
Pensei, no momento que ele foi me beijar para ir embora e deixar sobre meus ombros mais uma decisão, mais uma responsabilidade de procurá – lo quando as coisas estivessem mais tranquilas, que eu não queria continuar dando os passos em direção, consertando coisas que não eram eu que fazia errado, situações que não me agradavam... Eu estava cansada de tolerar, dar o primeiro passo até mesmo quando não era eu a errada...
E então eu me vi chegando em um lugar escuro, iluminado por suaves nuances de estrelas ao longe e comigo estava o amado Arcanjo Miguel. Olhei a frente e vi um turbilhão cilíndrico feito de energia escura, como pequenos pontos cintilantes... E ao me aproximar daquilo tudo, grande demais para eu entender, eu entendi que eram todas as mágoas, todas as dores, todos os registros e coisas ruins que eu suportei em outras vidas, quando convivi com ele... Minha primeira e incontrolável reação foi chorar, porque aquilo era enorme e opressivo demais e saber que aquilo tudo estava guardado dentro dos meus registros, de minha alma, de minha mente, de meu DNA espiritual era aterrador.
Abracei o amado Arcanjo e chorei em seus braços, senti aconchego e respeito de todos que estavam ali presentes, pois a dor humana das vidas sucessivas malfadadas é a pior dor que existe ao ser vista do lado de fora. Wal, mais a frente, sentado, me estendeu os braços carinhosos e eu sentei ao lado dele, em choro, sentindo o amor dele, o carinho e o colo que nunca me faltou. Ali, nos braços do meu amado Protetor espiritual, amor, e amigo, eu deixei minha alma cansada sentir a carência, o medo da rejeição e a solidão que eu vinha sentindo quando estava ao lado desta pessoa que eu havia reencontrado na terra. Pedi para entender o que eu sentia e não mais o peso da culpa que eu colocara nos ombros e nas atitudes desta pessoa. Eu queria paz e para ter paz e perdoar aquelas brigas, eu precisava assumir minha responsabilidade. E assumir esta responsabilidade me levava ao ponto crucial: Porque eu sentia tanta dor e mágoa, tanta solidão e rejeição no contato com ele, se não havia algo palpável nesta vida que criasse todo aquele turbilhão de sensações?
Levantei de onde Wal estava e segui sozinha em direção aquele cone gigantesco de energia, o qual parecia um vulcão, levei a mão e toquei aquela esfera e fui entrando devagar, sentindo calma na alma... Ninguém interferiu ou me disse que era perigoso, eu só sentia, e sabia, que eu precisava entrar naquele turbilhão para entender o que eu sentia e sanar de uma vez aquela relação. Lembro que tracei uma corrente cósmica que se chama Zonar, o qual reprograma a nível celular, traumas, dores, emoções, resgates, reencontros, comportamentos... E o deixei entrar no meu peito... Eu precisava sentir paz e entender para ficar bem... Estendi minha mão sem pressa e toquei cada cristal lúcido que compunha aquele turbilhão e ali eu senti com minha alma, que por mais que eu amasse esta pessoa e houvesse aberto mão de muitas vidas para estar com ele, eu não o havia perdoado. Ainda agora, eu choro ao lembrar as vidas, as dores, as traições, os filhos que carreguei sozinha quando ele fugia pelo suicídio, pela bebida, pelas traições conjugais... Eu tocava as partículas e as vidas iam se mostrando na minha frente, como se eu visse uma enorme tevê em minha tela mental. Chorei pelas escolhas que eu fiz para estar ao lado dele, em um eterno apego prejudicial, choro ainda os contratos que assumi ao casar com ele, ao morrer com ele, ao deixar minhas programações para viver as escolhas dele... E ali eu senti o peso da minha responsabilidade, senti na minha mão o peso das alianças que trocamos, das juras que idolatramos vida após vida, tentando cumprir o prometido, por mais que não nos fizesse bem...
Chorei os desatinos, as saudades, os rostos de mulheres pelas quais eu fui deixada, com filhos pequenos nos braços, chorei o peso que a sociedade das épocas colocaram em meus ombros solitários e chorei porque entendi de onde vinha a raiva que eu sentia quando não conseguia dialogar, quando tinha que dar o primeiro passo nesta vida para consertar coisas...
Ao tocar o turbilhão, o qual era minha mente e meus registros inconscientes, eu assisti sombras arrastando – se, das mulheres que eu fui, do papel que assumi e da força que eu tive que envergar para não afundar naqueles momentos... Senti o peso da saudade que eu sentia dele naquelas separações e da dor enorme de ter de partir humilhada quando eu desejava de toda minha alma ficar e fazer dar certo...
Entendi que eu fizera algo grave para merecer aquele tipo de resgate, o qual vinha se repetindo planeta após planeta, sempre com os mesmos desfechos e entendi por que aqui, minha mente me torturava dizendo que ele era o mesmo...
Eu continuei tocando sem julgar, apenas sentindo minha dor, a qual eu carregava até o momento atual e que eu não suportava mais arrastar...
Ouvi o apito do trem e me virei para um dos lados e fechei meus olhos... E senti mais uma vida passada e uma dor terrível de ter de viver mais uma vida de abandono, traições e mentiras... Ele sempre caindo nas mesmas armadilhas e eu sempre buscando por ele achando que iria mudar... Sempre calado, cabeça baixa, achando algo para se distrair e não enfrentar uma constatação de que as coisas não estavam bem e de que era hora de amadurecer a relação... Eu sempre esperando, sem cobrar, apenas esperando ele amadurecer...
Sorri quando presenciei a imagem do trem fazendo a curva e meus olhos na outra vida brilharam quando avistei ele guiando aquela máquina gigantesca, meu coração era só alegria quando eu o esperava na plataforma, cheia de saudade, de sonhos, de amor incondicional... De todos, foi o único que eu amei incondicional e desci umbrais escabrosos na ânsia de acalentar em meus braços, quando ele não podia subir ao céu comigo. Vaguei por lá até que ele pudesse me ver, até que ele decidisse mudar e ouvi muitos nãos da parte daquela alma. Sofri a dor das mães que veem os filhos no abismo, que estendem a mão amorosa e tem esta renegada, vendo a queda iminente a sua frente sem poder fazer nada para impedir a dor e a morte de quem se ama.


E então eu descia mais uma vez aos vales de sombras e por lá eu ficava por longas décadas, centenas de anos, esperando ele acordar das ilusões, da necessidade da bebida alcóolica e do orgulho enorme que possuía...
E um dia eu tive de fazer a primeira escolha da minha vida, escolher a eu mesma ao invés de viver escolhendo estar com ele... E eu sofri como alguém que perde tudo, e que não possui chão para se sentir segura... Eu estendi a mão mais uma vez e convidei ele para ir comigo e ele decidiu ficar ali, nos vales de sombra e dor... Eu ainda olhei muitas vezes para trás quando saí de lá, voltei meus olhos e meu coração para trás na esperança de que ele mudasse de ideia e Wal me abraçou e confortou minha solidão, minha impotência por não conseguir mudar as coisas... E as pessoas...
Ali eu entendi que Wal se sentia como eu, eternamente esperando que eu mudasse de ideia e o deixasse crescer, amadurecer e não atrasar minha evolução, assim como eu passara vidas sucessivas esperando esta pessoa, Wal ficara comigo, sem que minha inferioridade o visse, esperando eu amadurecer e decidir partir daquele lugar...
...Pela nossa lei do livre arbítrio, eu e esta pessoa decidimos nos reencontrar nesta vida atual e viver uma história, que só nossas atitudes e amadurecimento vai poder definir quanto tempo vai durar, Wal me diz que não precisaríamos nos reencontrar, pois não devo mais nada a esta pessoa, tudo que eu pude fazer por ela, eu havia feito... Mas eu decidi que precisava ve – lo, nós dois decidimos marcar o reencontro, mais uma vez, mais uma vida, pois a saudade que sentiamos era enorme... E nos reencontramos...
E hoje eu deixo partir boa parte da dor inconsciente que eu carregava, entendo que eu programei este reencontro porque só a presença dele poderia despertar esta mágoa escondida, que eu carregava inconsciente... Porque eu o amava, o amo, mas sou imperfeita e não havia conseguido perdoar tudo que aconteceu lá atrás... E hoje eu deixo partir a dor, entendo o turbilhão, e tomo uma decisão consciente... A de manter ele ao meu lado com mais tranquilidade, sabendo que minha mente me manipula inconsciente e me faz reviver dores das quais não preciso mais e que não irão mais acontecer entre nós dois... Escolho viver este ciclo com esta pessoa pelo amor do aprendizado...
Ele não pode mais me ferir, me abandonar, me machucar, só eu posso dar permissão para alguém fazer isto e eu não dou... Porque não preciso mais desta dor... Eu saldei tudo que devia, cada dor ao lado dele me ensinou a me escolher, me proteger e seguir sem ele, se não deseja seguir comigo, se deseja outras pessoas e outros aprendizados... Assim como eu posso seguir por outras estradas, com outras pessoas...
Até que um dia nos reencontraremos outra vez e mais outra... Cada vez melhores, como nesta vida, mais maduros, mais conscientes do que queremos, para onde desejamos ir e com quem...
A minha gratidão é enorme por reencontrar ele, por fazer parte das lembranças dele, por ter o cheiro dele no meu travesseiro... Por ouvir ele pronunciar “Meu Bem” perto de meus cabelos...
Eu não preciso mais desta dor inconsciente...
E como diz a música: “Ei dor, eu não te escuto mais, você não me lava a nada”...
Sinto a leveza na alma depois desta descoberta, depois de ter desfeito o contrato deturpado com o passado que eu insistia em carregar para sabotar este reencontro...
Fico aqui pensando quantos casais se separam por brigas “bobas”, sem saber que carregam na alma, feridas que podem ser curadas com a regressão, com o autoconhecimento, com as chaves cósmicas do Reiki...
Gratidão universo amado, gratidão por ser um pedaço lindo que te habita e que habitas em mim.


Paula Aguerre/ Psicoterapeuta/ Habilitação para Regressão de Memória Ética.

 Santa Maria, 27 de Julho de 2014.

sexta-feira, 4 de julho de 2014



É... talvez a madrugada tenha sido feita para descobrir coisas...ops, pensar... Olhos arregalados e uma chuva intensa que mexeu comigo a noite toda e me fez ir a lugares e ver pessoas que nem sei de onde saíram... Lembro de uma aluna minha que fez o curso Contratos que me dizia: -Paula minha mente para não descobrir o que me sabota, me leva até para descascar cebola em um mercado...
Eu ri no dia que ela me contou e brincamos com o fato: -Enquanto descasca a cebola, vai atrás do que a mente está escondendo!!
Pois é, hoje de madrugada até pintar um poste de verde e reclamar mentalmente que a tinta sujava minhas pernas eu fiz, enquanto a chuva lavava toda tinta e trabalho que eu me empenhava...
Só quem fez o Retiro Espiritual dos Contratos Sagrados sabe do que estou falando, falando de promessas, de acordos, de manipulações mentais que acabamos sedendo para agradar a outras pessoas e que nos prende vida após vida, que nos tornam escravos e que nos prendem a estas pessoas pelo resto de nossas "outras" vidas, até que um dia, planeta após planeta, milhares de vivências somos obrigados pelo nosso Mentor Espiritual e Protetor, a ficar na chuva pintando um poste que nunca fica pronto, para domar o esquecimento e relembrar que fizemos um "Contrato Sabotador" e que nos limita terrivelmente a ponto de somatizar uma pneumonia e com ela uma distensão abdominal violenta por causa da tosse.
Eu sempre questionei o porque de eu nunca conseguir encerrar ciclos de forma equilibrada e sem tantos anos de torturas mentais e emocionais, sempre... E o que passou pelo consultório este mês me mostrou que as pessoas arrastam correntes como eu... Sim correntes, porque algo que fica escondido por tanto tempo, vida após vida e se torna doença, limitação e dor, só pode ser correntes que uma mente fantasma e prisioneira arrasta pela eternidade.
Fui em tantos locais esta madrugada, e por milhares de anos, que acabei aportando em Capela (planeta)... E antes de Capela havia Órion... Onde a coisa iniciou... Só quem fez, regressão e confia na linhagem sucessiva das reencarnações vai entender a gravidade de arrastar um acordo deturpado por milhares de anos, quando ainda precisavamos de outros planetas e outros tipos de corpos para evoluir...
Fiquei pensando o porque de tantas pessoas me procurarem com a queixa dolorosa sobre o fato de estarem ligadas a pessoas e situações das quais não conseguem se livrar, decidir... E enquanto eu as escutava eu questionava o por que de eu, tão teimosa e decidida estar vivendo o mesmo...
Bem, a resposta veio. E para quem vive algo semelhante, como correntes, paredes das quais não consegue se mover e sair... Relações conflitantes com pessoas que por mais que você acredite "firmemente" que tem sentimento, que deve sua presença física, seu status de relacionamento, mas sente que tem algo errado e se debate entre culpas e anseios de liberdade, sem conseguir vir à tona... Está na hora de ir mais a fundo e ver o que você andou contratando, prometendo, fidelizando, jurando, barganhando... Porque quando você contrata algo com alguém e acredita que isto é para sempre, sua mente registra fielmente, pois seu inconsciente não faz distinção do que é certo ou errado, bom ou mau, ele apenas obedece inocentemente seu comando e depois vira um guardião, o qual será fiel ao contrato e fará de tudo para que você cumpra (palavras de wal). E esta meta pode ser sobre um emprego, sobre uma pessoa, sobre uma doença, ciclos cíclicos, repetitivos, enfim, o contrato deturpado pode ser qualquer coisa que você contratou no momento, em qualquer época, em qualquer vida e que arrasta hoje, sem lembrar.
Você está preso em um emprego e isto se repete, está em um relacionamento que sempre se repete com os mesmos acontecimentos patológicos... Ou você não tem nenhum dos dois... Fique bem atento, pois sempre há como reverter contratos patológicos, mas está em você querer este desacordo. Terá de ser determinado, por mais que tudo esteja bagunçado e você ainda não esteja entendendo nada deste caos... Desejo que não precise dormir, sair do corpo e ficar pintando um poste, pior que era o poste do vizinho, para se obrigar a aceitar que fez algo errado que naquele momento, em outra vida, parecia válido e uma forma de resolver outra pendência...
Amo tu Wal, meu amor, meu amigo, meu protetor, minha alma gêmea, que me corrige, me coloca no caminho, me faz pintar postes, me avisa que o avião não vai cair e que eu pare de fazer escândalos mentais... Que me dá colo, coloca minha cabeça no ombro e me diz que tudo vai ficar bem... Tudo está ficando bem, porque como sempre me diz: Sou a pessoa mais teimosa que conhece, mas mesmo assim, sei direcionar esta teimosia abrindo portas.
Abri mais uma, de um subconsciente doentio e fiel, que defende contratos que não me fazem bem.
Não me vejo em outro caminho que não seja este, que transformei em profissão...
Que venham muitos postes, aviões, contratos e se a teimosia for intensa, que venham madrugadas viajando de um planeta a outro e que seja folga no outro dia, pra eu poder dormir até meio dia e descansar de tantas viagens que cansam meu corpo.

OBS: Daqui para a frente, nunca mais prometa coisas eternas, nunca mais diga para sempre, prendendo - se a coisas e pessoas. Faça sua parte naquele momento, dedique - se àquele momento e deixe que no próximo ano, na próxima vida as coisas aconteçam sem você ter assumido contratos fidelizados que podem te custar a felicidade, a saúde, a liberdade, a paz...

Receita? Cada um tem a sua!



Como se faz para lidar com o ciúmes!? (gente mais de 33.000 acessos no meu blog, amooooo!!!)
- Eu não sei como cada um deve encarar o ciúme, o que sei e que uso como uma lei universal na minha vida é: - Tive 3 relacionamentos na minha vida, não sou possessiva e nem ciumenta por que peso meu comportamento e a forma como eu vejo as coisas. Exemplo: ao invés de você focar no ciúme e no invasor (a) e criar um caos tente o seguinte: não se importe com a menina ou menino que dá em cima do seu parceiro, foque no comportamento do seu parceiro e no seu. Se ele não dá abertura, vai ser feliz e sossega este facho!! Deixa o "invasor ou invasora" tentar, como dizem por aí, a tentativa é livre e todos queremos tentar, é da natureza do ser humano que veio aprender e se relacionar, ahahahahah.
Se seu parceiro (a) dá abertura, aí entra minha técnica: eu encaro este tipo de comportamento como falta de respeito e não levo para o lado do ciúme e eu me respeito. Se eu me respeito, não deixo ninguém fazer comigo coisas que me machuquem e me violem. Neste caso uso a LEI DOS DOIS PÉS: SE NÃO ME FAZ BEM E ME DESRESPEITA, MOVIMENTO MEUS PÉS E VOU PARA OUTRO LUGAR, PARA OUTROS BRAÇOS, PARA OUTRA HISTÓRIA.
Esta é a minha lei em relação ao monstro do ciume, eu simplesmente não o alimento e jamais me daria ao cansaço mental de ficar vigiando alguém para tentar impedir algo, pois se tiver de acontecer, vai acontecer na minha cara!!

TENHO CIÚMES E AGORA????



E esta semana está sendo para lidar com ciúme de pacientes:
- Paula o que eu faço, desconfio, imagino coisas, as vezes até entendo que são absurdas e tento controlar, mas quando vejo, já estou fazendo outra vez.
- Paula, sinto ciume de todas as mulheres que se aproximam dele, até mesmo de irmã e pior são as amiguinhas...
- Ele não retorna meus chamados na hora, não fica muito comigo, ele não deve gostar de mim ou está fazendo algo errado...
- Bem... (digo eu)... a primeira constatação sobre ciume que eu trabalho é: se goste mais, se dê mais tempo, se cuide, se conheça.
- A segunda é: ninguém é de ninguém e todos são livres para partir e ser quem são.
Se você está focada (o) demais na sintonia do ciume, conversar e esclarecer é o primeiro passo, pois sempre vamos precisar de alguém mais lúcido que nós em alguns momentos. Depois, é conversar abertamente com a pessoa sobre esta questão. Quando o ciume bate incontrolável é sinal de que você acha que a pessoa é sua, sua propriedade, seu suporte, sua tábua de salvação e para uma mente sã, as coisas nunca devem funcionar assim, pois um dia, todos vão embora... E sem sua tábua, você corre o risco de morrer afogado!!
Voltar para dentro de si e se conhecer é a primeira meta quando você nasce e no seu caminho vão existir gatilhos, ou seja, pessoas e situações que disparam dentro de você o que você veio curar. Então, ao invés de colocar a culpa nas atitudes do outro, você deve focar o que aflorou: o ciume no caso.
Se seu ciume realmente é porque a pessoa não está nem aí para você, faça um favor a si mesmo (a), busque se dar atenção, busque se priorizar ao invés de ficar mendigando com choro, gritos e lamúrias uma atenção que não vale a pena você gastar tempo. Há alguém show de bola por aí, só esperando você sintonizar no seu merecimento, merecimento de que você merece um relacionamento onde as coisas fluam e te deem um retorno satisfatório.
Quando há traições, bem, lá vem a lei do auto - merecimento outra vez, você só deixa na sua vida aquilo que quer...
Enquanto você não preencher esta carência, este vazio com autoconhecimento, qualquer um vai ser mais importante que você, você vai dar seu tempo, seu foco e sua atenção para qualquer um que passar e vai se privar de qualidade de tempo que pode passar com você mesmo e com quem te prioriza.
Se o ciume é coisa da cabeça e sua carência está à mil, bem, hora de achar tempo e conversar consigo mesmo, ou seja, quando damos vazão para pensamentos obsessivos e ideias mentais psicóticas ou neuróticas, com certeza, há todo um plano espiritual inferior e tenebroso incentivando as coisas a ganharem uma proporção assustadora e acontecer as famosas besteiras: como corpos em malas, ahahahahah, brigas físicas, 007 atrás do outro, ataques verbais horrendos...
Busque auxílio se a questão em pauta é qualquer uma destas que mencionei, pois ninguém merece viver assim ou estar com alguém assim.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Invasores mentais e energéticos, ou os famosos vampirizadores e estupradores mentais.




Você sabia que quando isto acontece, chamamos de estupradores mentais ou estupradores energéticos? Por mais que todos estejamos interligados através da proximidade física e de nossas auras, devemos cuidar até onde nos é lícito e ético avançar com as outras pessoas. Aprendemos nos cursos a pedir permissão para entrar no espaço energético da outra pessoa para ajudar, para que assim não passemos por cima de seu livre arbítrio, você já imaginou alguém, sem que você consiga se defender ou entender o "tipo de invasão", tocando você e outras coisas mais? O mesmo se aplica a nós, pois também podemos invadir o espaço do outro para uns "pegas mentais, sem que esta pessoa saiba!
Melhor ter cuidado, pois tudo que enviamos...retorna, se for bom... que bom!! Mas se não for ético... Sinto informar que retornará para você.
Para quem já sabe usar ferramentas de auto - defesa energética é difícil e constrangedor perceber que está sendo invadido por energia mental de indivíduo estranho... Imagine para quem ainda não sabe afastar este tipo de investida?

A um tempo atrás uma paciente procurou - me referindo que sentia - se estranha, parecia que havia alguém invadindo seu espaço, observando sua vida íntima, tocando - a, mas não conseguia compreender, pois além de solteira, não tinha envolvimento afetivo com nenhum parceiro.

Aprofundando suas ligações, acabamos tocando em um assunto já esquecido, no qual um homem a abordara através do facebook e ficava enviando - lhe links de suas próprias fotos e tentando uma aproximação. Como ela negou o convite e foi firme em sanar as investidas, acabamos compreendendo que o mal estar havia surgido exatamente na mesma noite em que ambos haviam conversado on line. Relatou que este homem morava em outra cidade e que jamais haviam se visto pessoalmente. Como ele fora grosseiro em receber sua recusa, acabou por jogar a culpa das investidas nesta paciente e ainda referiu, antes de bloqueá - la no facebook, que ela era uma doente e que deveria tratar - se.

Durante o tratamento identifiquei a presença do suposto "admirador" em seu campo energético e aprofundando a visão extrafísica, chegamos a percepção de que ele usava suas fotos para masturbar - se. Toda a gama de energia patológica que ela sentia, a invasão "invisível" na sua vida íntima, foi desmascarada naquele momento.

O homem em questão era um "terapeuta" e conhecia abertamente sobre manipulação energética, o que ajudou para que suas investidas mentais fossem ainda mais invasivas e para que ela, bastante sensitiva, sentisse como se realmente houvesse um ser físico, desrespeitando sua vida e sua intimidade.

Durante os dias de tratamento conseguimos identificar a presença deste homem a noite em seu quarto e suas intensões...

Acabamos por decidir que ele precisava ser afastado imediatamente e ela aprender técnicas de auto - defesa que lhe possibilitassem rechaçar não só a invasão dele, mas de qualquer outra pessoa, energia ou situação que lhe perturbasse daquela forma.

E você, sabe se defender e está consciente de que mesmo sem querer ou ter consciência, acaba invadindo o espaço energético de outras pessoas, estejam elas longe ou perto de você?
Fica a dica e a experiência da paciente, a qual decidiu aprender como se defender e sanar investidas que os olhos físicos na maioria das vezes não consegue identificar para o indivíduo se defender.

Se for preciso... Cole...



Meu Mestre em PNL (PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA), me ensinou no auge da minha bagunça mental e dor emocional o seguinte: - Se você quer vencer os registros da sua mente inconsciente, você vai ter que ter forças para encarar seu subconsciente, ou seja, o cérebro que registra seus "auto - acordos sabotadores" de outras vidas, vidas passadas. As vezes tudo aquilo que você não consegue organizar e sanar nesta vida, se você for atrás do contrato gerador em outra vida e que está registrado no subconsciente, você vai conseguir resolver em uma semana, o que não conseguiu em 30 anos ou 30 vidas.
O que eu quero lhe dizer é: se você tem uma mente que desfoca, te conduz ao extremo da neurose, ou seja, você quer muito vencer algo e vai pelo sentido oposto, mesmo sabendo qual caminho seguir, escreva tudo que identifica e fixe na frente dos seus olhos, assim, sempre que você passar por ali, vai dar de "cara" com o que sua mente tenta te fazer esquecer. O CONTRATOS SAGRADOS ME ENSINOU A IR NA MENTE SUBCONSCIENTE, CONSCIENTEMENTE E IDENTIFICAR ONDE HÁ A SABOTAGEM MAIS FERRENHA E MASCARADA... E o Amado Mestre me ensinou a fazer cartazes ingênuos, mas que fazem toda a diferença para quem luta contra o fato de ter uma mente que enjambra situações e meios para te desfocar do que você quer. Fica a dica.
Se quer mesmo, muito, algo e nota que está perdendo tempo, fixe lembretes por onde achar necessário e veja a diferença...

Vá...


" Dê quantas chances forem necessárias para as pessoas, situações, para você mesmo (a), mas que estas chances nunca ultrapassem teu autorrespeito... Nunca se auto - violente!!
Não são as pessoas que te machucam, mas você que fica se obrigando a dar chances desnecessárias e por teimosia"...
Wal.

Tudo????


Aceite: tudo que te atinge emocionalmente é um teste para te testar e ver o quanto anda desenvolvida sua tolerância. Você já parou para refletir sobre o quanto você anda descontando nos outros? Culpando os outros?
Lembre - se da regra de ouro: TODAS AS SITUAÇÕES E PESSOAS SÃO GATILHOS, ou seja, estão no lugar certo, na hora certa para te ajudar a VER o que há dentro de você, para que assim, você saiba qual seu inimigo interno e qual a força dele. Então, seja grato a estas situações e pessoas e foque no que aflora de dentro para fora e não o contrário. Posicione - se com estas pessoas e situações sim, mas antes você vai ter que se posicionar com o seu comportamento em relação a atrair este tipo de gente e situação. Resolva dentro que o universo remove elas da sua lista de aprendizado. Fica a dica
Bom dia!!

Como?????


As pessoas me perguntam dentro de consultório como atrair prosperidade, já que trabalham até o fim das forças e nada flui como desejam...
A lei da atração é implacável: Você atrai tudo aquilo em que sua mente está focada. Uma pessoa próspera não vibra no medo da escasses...
Fica a reflexão.
Onde realmente anda o poder de atração de sua mente? Olhe dentro, olhe fora. Aqui fora é somente um reflexo do seu foco mental.
Não é sua profissão que realmente importa, se você vibra na certeza de que o que é seu está aberto para você e está com você, você afasta qualquer sintonia de precariedade financeira. Você pode trabalhar no que desejar, ter uma formação superior ou não, ter um diploma ou não, erguer muros ou advogar, se você tem medo da miséria, é o que você vai ter na sua vida, independente da sua formação.
Tire o foco do medo e coloque - o na certeza de que você merece todo o poder aquisitivo que é necessário para realizar seus sonhos e metas. Dê com prazer, ajude sem medo, presenteie - se sem sovinice, doe para receber mais, saiba o que realmente é importante investir financeiramente em relação aos seus gastos, priorize sem culpa e sem medo, corrija - se mentalmente... Faça sem contar os centavos e com certeza, quando você aprender a aceitar que não merece "pendengas" financeiras, elas sairão do seu aprendizado e a prosperidade vai entrar.
Por quê você precisa passar por apertos financeiros? Você já se perguntou onde estão suas crenças? Tire seu foco da injustiça do governo, tire seu foco do futuro, tire seu foco do psiquismo mental da multidão que exerce a mesma profissão que a sua e que acredita que é mal paga... Coloque seu foco no que você acredita realmente que merece e não tenha vergonha de acreditar que você merece muito mais do que a "merreca" que está na sua vida.

Foco e atitude mental são muito mais importantes do que você supõe...

As primeiras vezes que escutei esta história de comandos mentais focados e sem hesitação, para realizar, atrair, pensei: mas que coisa é esta que não dá certo pra mim? Primeiro erro: foco no "dar errado pra mim"...
Quando entendi que eu não deveria dar foco ao medo e sim confiar, tudo começou a se modificar. Podia a casinha cair, podia tudo estar de pernas pro ar que meu foco estava focado no: Tudo está assim porque tenho que aprender que tudo tem seu tempo e o tempo é o foco de minha mente quem faz!!
Quando eu entendi que não poderia mais me abalar e dar foco ao desespero e a pressa, as coisas ganharam um rumo suave, tipo, o desespero se transformou em foco para reeducar minha mente, eu tinha de manter ela o maior tempo possível focada na tranquilidade da obtenção da certeza de que eu era merecedora e que nada poderia abalar o que eu sentia em relação a isto.
Se você quer algo, ou alguém... Se você tem um objetivo material ou afetivo, deixe ele bem claro e de tempos em tempos vá moldando isto de forma que você consiga sentir com todas as forças do seu ser que, aconteça o que acontecer, ele é seu e está a caminho!!!!
Nada, nem você mesmo pode tirar seu foco desta certeza... E o universo vai te testar ainda, pra ver se você realmente está focado. Vai te mandar algumas "bombas" pra ver se você acredita que está vibrando na certeza... aconteça o que acontecer!!!! Sinta com todas as forças internas do seu ser que você já vive o que deseja, que já tem nos braços quem você almeja... Independente do que há na sua vida no momento, mesmo que ela esteja de pernas pra cima!!!

Mentes condicionadas.


Mentes condicionadas a não ter "dinheiro suficiente"...
O que é "suficiente" para você?
(Em todos os meus textos eu costumo "frisar" certas palavras propositalmente: "PRESTE ATENÇÃO" nas palavras grifadas e deixe sua mente assimilar elas, "por gentileza"!!)
Ouço muitas mentes condicionadas deixarem a "boca revelar": quero dinheiro suficiente para viver bem e não me faltar o essencial... Primeiro erro: Você está se condicionando a atrair somente o "básico" e pior, se você tem uma mente "autossabotadora, por N motivos", ela ainda vai atrair o "básico do básico" para você.
Primeira tentativa (podemos fazer um trato?), você pode não ser meu consultante, mas acredito que pode ter interesse neste desenrolar contextual. E então, pronto para fazer um trato?
Então vamos lá, vou lançar o primeiro deste final de mês: "Você vai se permitir sonhar", mas veja bem, você está terminantemente "proibido" de sonhar regado pela "tristeza e vitimização"!! Se não consegue fazer, então, não temos um trato, parcerias só dão certo quando há real envolvimento das duas partes, a sua e a minha... Eu estou pronta para te ajudar, o resto é com você...
Bem, se temos um trato, aqui vai minha parte: Sonhe o mais que conseguir, mas de olhos e mente acordados, acorde da "ilusão de não ter" e adormeça docemente nos braços de sua nova posição mental: "eu tenho" e "tenho a liberdade de sonhar (planejar) em minha mente para que se realize". Seu foco deve estar no que você deseja. Se você deseja mais dinheiro, então seu foco vai estar "na auto - permissão" para que ele seja atraído.
NADA DE PENSAR EM COMOOOOOOO VOCÊ VAI GANHAR, TRABALHAR, FAZER, ARQUITETAR, PLANEJAR, REBOLAR, ASSALTAR, FAZER PONTO (no desespero de alguns eu juro que ouço esta última, se não fosse desesperador, seria cômico), pra conseguir este dinheiro, isto é função do UNIVERSO, sua função é manter sua mente no foco do "auto - merecimento". Precisamos antes de tudo remover o "autocondicionamento" que sua mente criou em NÃO TER!!!!
UMA MENTE "AUTOCONDICIONADA", SEMPREEEE ATRAÍRA O MESMO RESULTADO, não esqueça disto. Sua tarefa é mudar esta crença. Autocorrigindo - se incansavelmente, sim, é isto mesmo: pegou - se focado no negativo, no medo, na descrença, na tristeza de não ter, na vitimização de ser um trabalhador honesto, um ser bom e viver no negativo, na PREGUIÇA DE FAZER ESTA PRIMEIRA MUDANÇA, CORRIJA - SE AUTOMATICAMENTE.
SE VIRA!!! DÁ UM JEITO!! MAS FAÇA!! DESCUBRA SEU POTENCIAL EM FAZER MUDANÇAS REAIS.
Comece a dizer e sentir que você pode obter muito mais, por que o que você tem dá para o que você já possui... E seu foco é obter mais: mais conforto, mais comodidade saudável, mais prosperidade, mais bens materiais, mais ajuda aos que você deseja ajudar... E assim por diante.
E pelo "AMOR A SUA MENTE" E AO SEU "FUTURO BOLSO RECHEADO": PARE DE POSTAR NO FACE POSTS SOBRE FALTA DE DINHEIRO, SOBRE SAUDADE DA NOTA DE 100,00... (SEI QUE "É UMA BRINCADEIRA DA REDE" SQN!!!!)
Você já ouviu falar de inconsciente coletivo, psiquismo? Bem, não vou aprofundar, mas resumir: QUANDO VOCÊ FICA SINTONIZADO COM ALGO QUE TODO MUNDO SE IDENTIFICA, POSTA, SE LAMURIA, QUEIXA, "BRINCA", SUA MENTE SE CONECTA COM ISTO E VOCÊ VIBRA NESTA MESMA FAIXA COM OUTRAS MILHARES DE MENTES, OU SEJA: " HOJE EU ACORDEI, ME VEIO A FALTA DE VOCÊ... SAUDADE DE VOCÊ E AQUELA NOTA DE 100,00 ALI... VOCÊ ESTÁ DANDO O COMANDO: VOU FICAR COM SAUDADE E SAUDADE A GENTE SABE QUE LEVA PRA LONGE. ENTENDIDOS?
AHAHAHAHAHAH, NADA DE CONEXÃO COM O QUE VOCÊ NÃO QUERRRRRR!!!
Neste meio tempo SEJA GRATO PELO QUE VOCÊ JÁAAAA TEM, ou seja, pelo que você obteve até agora, e não tente enganar o UNI (UNIVERSO), ELE É INTELIGENTE E JÁ ESTÁ TE MOSTRANDO ISTO. PARE AGORA DE RESMUNGAR, DE CHORAR AS PITANGAS, DE CONTAR E SEGURAR CADA NOTA QUE ENTRA E PIOR, QUE SAI.
SEJA GRATO PELA CONTA DE LUZ, ÁGUA, GÁS, INTERNET, ESCOLA, FACULDADE, IMPOSTO, IPVA, ROUPAS, SAÍDAS, CONSERTOS, ETC, QUE VOCÊ PAGA!!!!!!!!!!
Seja grato pelos seus gastos é a primeira regra, pois se você tem gastos, você está tendo como pagar. AO INVÉS DE SE QUEIXAR, AGRADEÇA A BENÇÃO DE PODER PAGAR!!!!!
Bem, FAÇA O TEMA DE CASA...
OBS: UMA MENTE CONDICIONADA SEMPRE VAI FAZER COMO O CACHORRO...


Se você não deseja mais esta situação ou pessoa em sua vida, não mais reaja ao que te acontece...
Pare, se afaste, reflita, tome uma decisão sensata, embasada na sua força interior e volte lá... E mostre sua luz pessoa linda!!!! E não seus gritos, choradeiras e cobranças...
Você pode tudo aquilo em que focar a sua mente, daqui para frente, haja e nunca mais reaja!
Bom dia!!

OBS: E se não consegue fazer ou organizar isto sozinho, busque auxílio terapêutico e nunca de alguém com a visão mais bagunçada que a sua neste momento.

Foca no que te faz bem... Assim, o resto vem...



E quando aquela tristeza velha, de longa data que habita em você volta dos recônditos vez ou outra para te assombrar, quando aquela dúvida se tudo vai dar certo te envolver, quando aquela impaciência te rodear... Foque sua mente em todas as coisas boas, em tudo que já deu certo, em todos que você ama e sinta orgulho de você mesmo, porque orgulho maior do que tudo que já enfrentamos, do nosso jeitinho, muitas vezes nem tão perfeito, é o que vai nos levar ao que desejamos. Foco, em tudo que te faz bem. Quando tudo parece desmoronar ou nos culpamos por estar tudo bem, mas ainda não estar como nosso coração sabe que deve ser, foco, foco, foco, por que você está sendo testado, só isto, para ver se você está disposto a trocar a velha sintonia por uma nova vibração!!
Bom dia, porque as respostas sempre vêm, a gente é que não quer largar o velho para assumir a grandeza singela no novo!!!

"Acomodado" no seu comodismo?



Lembre - se, há 3 tipos de pessoas no mundo:
As que fazem com que as coisas aconteçam...
As que olham como as coisas acontecem e não fazem o que é preciso, mesmo vendo como se faz...
E as que se perguntam: Mas que diabos aconteceu?
Qual delas é você?
Você está fluindo ou está deixando a vida te levar... Ou pior, está esperando pelos outros e quando o desfecho vem e não é o que você esperava você se pergunta: Mas como diabos isto me aconteceu?
Fica a dica.
Movimente - se, mesmo que não tenha certeza, siga seu coração.
Como saber quem é meu coração (intuição) e quem é a razão!?
Fácil, a voz do coração sempre vai ser algo muito forte, uma certeza que você não consegue explicar, parece impossível realizar, mas você sabe que este é o caminho.
A voz da razão é aquela voz chata e disfarçada que fica te perturbando, implicando, falando sem parar que há obstáculos, que incentiva o medo, a vergonha de ir em frente... É a maldita voz que as vezes estamos tão cansados de escutar que sem perceber, ou prestar atenção, mandamos calar a boca quando conversamos com nós mesmos.
Bom dia!!!

Nala decide ficar...


Sentada ali com Nala, questionando o porque destes amiguinhos virem parar em minhas mãos, tão debilitados, lutando com a vida e com a morte, Rômulo se aproximou, ele é um espírito da natureza, responsável por amparar os animais e os tutores que estão na região, cada região tem seu espírito hapto e responsável por este trabalho de amparo e principalmente, de resgate das almas destes pequeninos quando desencarnam, levando - os para o plano espiritual em segurança e reorganizando a volta deles em um corpinho, geralmente para os donos anteriores, disse - me para ser firme com Nala, pois ela é uma criança espiritual.
Questionei que firmeza era esta que eu devia incorporar com ela, pois eu estava fazendo de tudo para ajudar, até mesmo ficando com ela e não colocando em minha mente que depois ela iria para adoção. Ele, com sua calma e humildade, dos que sabem muito, mas que não precisam mostrar, me explicou que o animal, por ser uma alma infantil, também é pirracenta, ahahahahah, e que por mais que o estado de Nala fosse grave, eu deveria falar com ela com autoridade de mãe, como faço com meu filho humano quando é necessário, pois ela estava me manipulando e me envolvendo na tristeza e carência que trás em seu espírito, para curar, e isto a ESTAVA MATANDO.
A partir daquele momento olhei para ela, e vi o quanto eu queria ficar com ela, o quanto eu a amava e minha mente viajou a um passado em que ela foi minha, em outra vida, mas que eu falhei com sua proteção e a deixei desamparada... E entendi porque Nala me encontrava outra vez, nesta vida.
Ali, nós duas Nala e eu, eu e Nala tivemos uma conversa tensa e definitiva e eu dei a ordem; trate de ficar boa logo, porque tu nasceu para ser linda e saudável e eu não vou mais te abandonar. Deixa partir este medo na forma desta doença que tu somatizou no corpo canino e confia que nós duas estamos prontas para ser felizes juntas. Se tu tens de partir Nala, eu deixo e te liberto, por que tu é que decide se vai ou se fica. Se ficar, tenho meu amor e minha maturidade para te oferecer e se partir, Rômulo vai cuidar de ti no plano espiritual.
Minha mão começou a desprender ectoplasma, energia extrafísica e envolveu o intestino da Nala e seu estômago, criando uma película de proteção para que as bactérias e vírus não conseguissem destruir seu corpo, pois ela entendeu meu recado e tomou uma decisão que somente ela poderia tomar: lutar comigo e com todos os outros para ficar, ou desistir e partir...
Chorei com ela nos braços e pedi perdão pelas vidas que a abandonei... Deixei minha culpa passada me guiar para aquelas vidas e ordenei que minha consciência culpada e que ajudava Nala a desistir de viver neste nosso reencontro, a abrir aquelas gaiolas de pesquisas animais e libertar todas aquelas almas que precisavam de paz... Dando paz para minha alma, pois muitos daqueles que feri em pesquisas estão hoje, sob meus cuidados amorosos de mãe e protetora e sorri, porque na dor de Nala, para não perde - la eu enfrentei meu subconsciente e me libertei e os libertei, porque não sou mais aquele cientista que deturpara vidas e evolução...
Grata a espiritualidade que todos os dias me ensina, muitas vezes preciso da dor... Mas agora ela é mais rápida e fica menos tempo...
Nala está evoluindo, sarando cada dia e não me perde de vista... Seus olhos não mais me indagam assustados, se mudei e vou saber cuida - la... Agora, eles me olham com amor e adoração e eu sou feliz porque posso cumprir o que prometi para ela quando decidimos nos reencontrar nesta vida.